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A praça Vermelha com a loja de departamentos GUM (esq.), a catedral de SãoBasílio (centro) e o muro do Kremlin (dir.). Cenário que sintetiza a história da Rússia
Cidade de mistério e paixão
No coração de Moscou, durante o inverno, a praça Vermelha é um convite para a contemplação. O frio avassalador, as edificações imponentes e essa estranha sensação de caminhar por um dos grandes palcos da história fazem de qualquer turista um soberbo sonhador, imaginando naquela praça todos os eventos que, nos últimos 200 anos, fizeram de Moscou e da Rússia um dos lugares mais interessantes e contraditórios do mundo.
Minha primeira visita a Moscou foi em 2003, quando passei 15 dias completamente fascinado pelo que descobria e aprendia. Afinal, a verdade é que sabemos muito pouco sobre os russos, seus costumes e paixões. A vida que pude conhecer em Moscou é totalmente diferente daquela retratada nos filmes de espionagem estilo 007. Há muito mais cores e nuances para serem descobertas e apreciadas. E foi exatamente o que busquei desde as primeiras horas na cidade.
Pelas ruas de Moscou e tão longe de casa, é quase por instinto que alguém vai se guiando e encontrando seu caminho. A sinalização no alfabeto cirílico só aumenta a diversão, porque se perder numa cidade assim é fantástico. Para além dos guias de turismo, há toda uma nova leitura na forma como as pessoas entram e saem dos edifícios, quais ruas têm maior movimento, as impressionantes e famosas estações de metrô onde descem mais pessoas dos trens... Fui lendo essas pistas da cidade e segui meu caminho até o exuberante cenário retratado nestas fotos. Era quase noite e lembro-me de desejar esquecer todas as minhas referências da História para apreciar aquele lugar como um puro dado espacial e imagético. Mas isso, logo percebi, não era uma boa ideia. Moscou é muito mais interessante se soubermos apreciar não apenas sua arquitetura, mas também sua vida, seu dia a dia.
Para começar, a cidade é frenética e multirracial: pessoas de quase todas as partes da Ásia, do Oriente Médio e da Europa Oriental circulam pelas ruas, repletas de restaurantes e sabores extraordinários. Essa contribuição deu um charme a mais para as próprias tradições russas – cuja língua, culinária, religião e música habitam não apenas as ruas de Moscou, mas verdadeiros templos na cidade. As igrejas do Kremlin, o teatro, o borsch quente e bem temperado, os adolescentes conversando dentro das estações do metrô para fugir do frio, os jantares em família – eu procurei me misturar a tudo isso e pude sair com a convicção de que você pode e deve amar essa cidade, como se a cidade fosse alguém com quem você divide alguns dos seus melhores momentos.
A melhor forma de se conhecer moscou
É por debaixo da terra, por mais estranho que isso possa parecer nessa cidade com tanta coisa para ver. A verdade é que o metrô moscovita, que completou 74 anos em maio, é um dos mais belos do mundo, cheio de obras de arte e detalhes que transformam cada estação (são quase 200) em uma espécie de museu do período soviético. Saiba mais sobre o metrô em: http://engl.mosmetro.ru/.
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Apresentação folclórica na feira de Izmailovo, muito procurada por turistas. Calmaria em meio ao caos da metrópole
Cidade de mistério e paixão
No coração de Moscou, durante o inverno, a praça Vermelha é um convite para a contemplação. O frio avassalador, as edificações imponentes e essa estranha sensação de caminhar por um dos grandes palcos da história fazem de qualquer turista um soberbo sonhador, imaginando naquela praça todos os eventos que, nos últimos 200 anos, fizeram de Moscou e da Rússia um dos lugares mais interessantes e contraditórios do mundo.
Minha primeira visita a Moscou foi em 2003, quando passei 15 dias completamente fascinado pelo que descobria e aprendia. Afinal, a verdade é que sabemos muito pouco sobre os russos, seus costumes e paixões. A vida que pude conhecer em Moscou é totalmente diferente daquela retratada nos filmes de espionagem estilo 007. Há muito mais cores e nuances para serem descobertas e apreciadas. E foi exatamente o que busquei desde as primeiras horas na cidade.
Pelas ruas de Moscou e tão longe de casa, é quase por instinto que alguém vai se guiando e encontrando seu caminho. A sinalização no alfabeto cirílico só aumenta a diversão, porque se perder numa cidade assim é fantástico. Para além dos guias de turismo, há toda uma nova leitura na forma como as pessoas entram e saem dos edifícios, quais ruas têm maior movimento, as impressionantes e famosas estações de metrô onde descem mais pessoas dos trens... Fui lendo essas pistas da cidade e segui meu caminho até o exuberante cenário retratado nestas fotos. Era quase noite e lembro-me de desejar esquecer todas as minhas referências da História para apreciar aquele lugar como um puro dado espacial e imagético. Mas isso, logo percebi, não era uma boa ideia. Moscou é muito mais interessante se soubermos apreciar não apenas sua arquitetura, mas também sua vida, seu dia a dia.
Para começar, a cidade é frenética e multirracial: pessoas de quase todas as partes da Ásia, do Oriente Médio e da Europa Oriental circulam pelas ruas, repletas de restaurantes e sabores extraordinários. Essa contribuição deu um charme a mais para as próprias tradições russas – cuja língua, culinária, religião e música habitam não apenas as ruas de Moscou, mas verdadeiros templos na cidade. As igrejas do Kremlin, o teatro, o borsch quente e bem temperado, os adolescentes conversando dentro das estações do metrô para fugir do frio, os jantares em família – eu procurei me misturar a tudo isso e pude sair com a convicção de que você pode e deve amar essa cidade, como se a cidade fosse alguém com quem você divide alguns dos seus melhores momentos.
A melhor forma de se conhecer moscou
É por debaixo da terra, por mais estranho que isso possa parecer nessa cidade com tanta coisa para ver. A verdade é que o metrô moscovita, que completou 74 anos em maio, é um dos mais belos do mundo, cheio de obras de arte e detalhes que transformam cada estação (são quase 200) em uma espécie de museu do período soviético. Saiba mais sobre o metrô em: http://engl.mosmetro.ru/.
Cidade de mistério e paixão
No coração de Moscou, durante o inverno, a praça Vermelha é um convite para a contemplação. O frio avassalador, as edificações imponentes e essa estranha sensação de caminhar por um dos grandes palcos da história fazem de qualquer turista um soberbo sonhador, imaginando naquela praça todos os eventos que, nos últimos 200 anos, fizeram de Moscou e da Rússia um dos lugares mais interessantes e contraditórios do mundo.
Minha primeira visita a Moscou foi em 2003, quando passei 15 dias completamente fascinado pelo que descobria e aprendia. Afinal, a verdade é que sabemos muito pouco sobre os russos, seus costumes e paixões. A vida que pude conhecer em Moscou é totalmente diferente daquela retratada nos filmes de espionagem estilo 007. Há muito mais cores e nuances para serem descobertas e apreciadas. E foi exatamente o que busquei desde as primeiras horas na cidade.
Pelas ruas de Moscou e tão longe de casa, é quase por instinto que alguém vai se guiando e encontrando seu caminho. A sinalização no alfabeto cirílico só aumenta a diversão, porque se perder numa cidade assim é fantástico. Para além dos guias de turismo, há toda uma nova leitura na forma como as pessoas entram e saem dos edifícios, quais ruas têm maior movimento, as impressionantes e famosas estações de metrô onde descem mais pessoas dos trens... Fui lendo essas pistas da cidade e segui meu caminho até o exuberante cenário retratado nestas fotos. Era quase noite e lembro-me de desejar esquecer todas as minhas referências da História para apreciar aquele lugar como um puro dado espacial e imagético. Mas isso, logo percebi, não era uma boa ideia. Moscou é muito mais interessante se soubermos apreciar não apenas sua arquitetura, mas também sua vida, seu dia a dia.
Para começar, a cidade é frenética e multirracial: pessoas de quase todas as partes da Ásia, do Oriente Médio e da Europa Oriental circulam pelas ruas, repletas de restaurantes e sabores extraordinários. Essa contribuição deu um charme a mais para as próprias tradições russas – cuja língua, culinária, religião e música habitam não apenas as ruas de Moscou, mas verdadeiros templos na cidade. As igrejas do Kremlin, o teatro, o borsch quente e bem temperado, os adolescentes conversando dentro das estações do metrô para fugir do frio, os jantares em família – eu procurei me misturar a tudo isso e pude sair com a convicção de que você pode e deve amar essa cidade, como se a cidade fosse alguém com quem você divide alguns dos seus melhores momentos.
A melhor forma de se conhecer moscou
É por debaixo da terra, por mais estranho que isso possa parecer nessa cidade com tanta coisa para ver. A verdade é que o metrô moscovita, que completou 74 anos em maio, é um dos mais belos do mundo, cheio de obras de arte e detalhes que transformam cada estação (são quase 200) em uma espécie de museu do período soviético. Saiba mais sobre o metrô em: http://engl.mosmetro.ru/.
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Reproduções de cartazes comunistas à venda. O antigo regime ganha outra forma no capitalismo. Hoje é apenas um suvenir pendurado na parede
Cidade de mistério e paixão
No coração de Moscou, durante o inverno, a praça Vermelha é um convite para a contemplação. O frio avassalador, as edificações imponentes e essa estranha sensação de caminhar por um dos grandes palcos da história fazem de qualquer turista um soberbo sonhador, imaginando naquela praça todos os eventos que, nos últimos 200 anos, fizeram de Moscou e da Rússia um dos lugares mais interessantes e contraditórios do mundo.
Minha primeira visita a Moscou foi em 2003, quando passei 15 dias completamente fascinado pelo que descobria e aprendia. Afinal, a verdade é que sabemos muito pouco sobre os russos, seus costumes e paixões. A vida que pude conhecer em Moscou é totalmente diferente daquela retratada nos filmes de espionagem estilo 007. Há muito mais cores e nuances para serem descobertas e apreciadas. E foi exatamente o que busquei desde as primeiras horas na cidade.
Pelas ruas de Moscou e tão longe de casa, é quase por instinto que alguém vai se guiando e encontrando seu caminho. A sinalização no alfabeto cirílico só aumenta a diversão, porque se perder numa cidade assim é fantástico. Para além dos guias de turismo, há toda uma nova leitura na forma como as pessoas entram e saem dos edifícios, quais ruas têm maior movimento, as impressionantes e famosas estações de metrô onde descem mais pessoas dos trens... Fui lendo essas pistas da cidade e segui meu caminho até o exuberante cenário retratado nestas fotos. Era quase noite e lembro-me de desejar esquecer todas as minhas referências da História para apreciar aquele lugar como um puro dado espacial e imagético. Mas isso, logo percebi, não era uma boa ideia. Moscou é muito mais interessante se soubermos apreciar não apenas sua arquitetura, mas também sua vida, seu dia a dia.
Para começar, a cidade é frenética e multirracial: pessoas de quase todas as partes da Ásia, do Oriente Médio e da Europa Oriental circulam pelas ruas, repletas de restaurantes e sabores extraordinários. Essa contribuição deu um charme a mais para as próprias tradições russas – cuja língua, culinária, religião e música habitam não apenas as ruas de Moscou, mas verdadeiros templos na cidade. As igrejas do Kremlin, o teatro, o borsch quente e bem temperado, os adolescentes conversando dentro das estações do metrô para fugir do frio, os jantares em família – eu procurei me misturar a tudo isso e pude sair com a convicção de que você pode e deve amar essa cidade, como se a cidade fosse alguém com quem você divide alguns dos seus melhores momentos.
A melhor forma de se conhecer moscou
É por debaixo da terra, por mais estranho que isso possa parecer nessa cidade com tanta coisa para ver. A verdade é que o metrô moscovita, que completou 74 anos em maio, é um dos mais belos do mundo, cheio de obras de arte e detalhes que transformam cada estação (são quase 200) em uma espécie de museu do período soviético. Saiba mais sobre o metrô em: http://engl.mosmetro.ru/.
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